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Sábado, 19 de Setembro de 2009

Gostas de coisas complicadas…, então como é que nos conhecemos a nós próprios e interiormente?

 

Recebi faz dois dias esta sms de uma amiga. Uma pergunta muito interessante que eu lhe sugeri responder aqui mesmo no blog.
Parece-me que ela colocou esta questão, porque diz que cada vez que se encontra comigo e pomos a conversa em dia, supostamente para aclarar ideias sobre como melhorar no emprego, nas relações com outros, nos tempos livres etc…, em vez de isso acontecer, fica bastante mais confusa..., porque, diz ela, “eu lhe faço muitas questões”.
Acha ela que em vez de colocar questões sobre determinados assuntos, a fim de obrigar à respectiva reflexão, deveria dar ideias ou dizer qual a melhor solução, ou o que é que eu faria na situação A, ou B, ou C.
Não estando em desacordo com essas possibilidades, parece-me que cada um é que deve procurar o que é melhor para si. Neste sentido, se um pai, um professor, ou um amigo proporcionar um caminho para que possamos fazer uma reflexão e tomar decisões para escolher o que nos parece ser melhor para nós, estará a ter uma muito melhor contribuição para a nossa evolução. Tento várias vezes fazer isso, colocando questões e desafios a muitos dos que se cruzam comigo.
Tento também fazê-lo comigo mesmo, mantendo o meu diálogo interior actualizado. Contudo, ao receber esta sms, parece que esta simples questão que eu poderia ter colocado a mim mesmo, talvez por ter sido outra pessoa a colocar, teve um eco completamente diferente e bastante mais exigente.
A propósito disto, hoje mesmo durante uma corrida de quase uma hora na mata, e à conversa com um outro amigo, falávamos sobre a nossa profissão, as possibilidades que oferece e o que cada um gosta de fazer. De repente dei por mim a colocar questões que coloquei há 11 anos atrás quando mudei de local de trabalho. Aquando da nova oferta foram equacionados os prós e os contras de cada uma das possibilidades – eu optei por aquela que oferecia uma carreira mais promissora e remunerações bastante mais vantajosas. Contudo, 11 anos depois as questões continuam a ser as mesmas. Elas não começaram hoje, antes parece que ficaram adormecidas e de quando em vez quando alguma coisa vai menos bem, vêm à tona parecendo querer lembrar-me de por onde é o meu caminho. Na verdade continuo sem saber exactamente por onde é, mas aos poucos parece que alguns pequenos sinais me vão dizendo por onde…, não é.
Creio que a resposta à pergunta é exactamente essa – não existe resposta. Mas ao longo do caminho, ao fazermos a nossa análise do percurso já efectuado e ao olharmos para o que nos faz mover – algo que nos direcciona para os nossos sonhos, para aquilo em que acreditamos e para o que realmente gostamos, talvez comecemos a conhecer-nos um pouco mais.
publicado por ppmiguel às 00:56
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5 comentários:
De Ferreira a 20 de Setembro de 2009 às 01:31
Eu já disse e volto a dizer: "Podemos não traçar ou escolher o nosso caminho com base naquilo que queremos (por nem sempre sabermos o que queremos), mas pelo menos temos a noção correcta daquilo que nao queremos. As escolhas deverão começar por aí, ou pelo menos com base nisso." Tudo o resto serão pequenos retrocessos, ainda que pequenos retrocessos por vezes nos possam ajudar a avançar de forma mais consistente.
De ppmiguel a 20 de Setembro de 2009 às 16:58
Oi jovem,
Efectivamente, lembro-me bem dessas tuas palavras já de longa data e ajustam-se perfeitamente. Não obstante, quanto ao que chamas retrocessos, preferia chamar-lhes pequenos desvios no caminho que o nosso GPS interior nos vai alertando para seguir.
Abraço
De Caminhando... a 24 de Setembro de 2009 às 13:41
Olá!
Muito interessante este teu post!!

Beijinho e boas corridas, que cá ando com as minhas ;)
De ppmiguel a 28 de Setembro de 2009 às 03:07
Olá Joana,
Obrigado pela visita e pelo comment.
Boas corridas tb p ti
beijinho
De Júlia a 30 de Setembro de 2009 às 10:09
Olá!

Completamente de acordo. Pura e simplesmente não existe resposta, porque nunca saberemos como seria se tivessemos escolhido "virar para o lado contrário naquele determinado cruzamento". Nunca saberemos. Creio, Miguel, que não vale muito a pena estar constantemente a olhar para trás... do que passou, há que guardar as vitórias e esperar que tenhamos aprendido com o que correu menos bem. Viver intensamente o dia é importante. Mesmo que o dia de hoje não seja "espectacular"... se formos espiritualmente abertos, algo de positivo retiraremos deste. E creio também, que é esta característica que marca a diferença...

Beijocas. :)

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