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Segunda-feira, 22 de Setembro de 2008

O “baldas” mais aplicado do mundo

 

Recebi a semana passada um mail dum grande amigo meu que me pôs a pensar acerca da organização deste blog. Esse meu amigo felicitou-me pelo blog referindo também que agora sempre poderia ler algumas ideias minhas sobre o treino da corrida. Fiquei eu a pensar para comigo, “espera lá, mas neste blog eu quase não falo sobre o treino.” É uma boa ideia e bem que o poderia fazer já que tenho alguma documentação publicada que poderia aqui ser divulgada. Este fim-de-semana pus mãos à obra e depois de umas noitadas – sim, porque eu não sou grande artista nestas coisas, e o experimenta aqui, põe acolá, blá blá…, leva tempo e hoje de manhã para levantar é que foi o cabo dos trabalhos. Adiante, lá consegui alojar uns ficheiros de treino que poderão consultar nos links, sendo posteriormente direccionados para uma página criada para o efeito.
Quanto ao meu amigo baldas, o GF, é bom que se diga que chamamos baldas um ao outro e tudo começou à uns anos atrás, em que numa brincadeira (não me recordo se foi num estágio ou noutra situação) eu lhe disse, “andas na balda”, precisamente por ele se aplicar demasiado ao treino, e deve ter sido obrigado a uma interrupção por lesão. Vai daí, que agora cada vez que nos vemos, geralmente nas competições, o nosso cumprimento é sempre o mesmo, o grito “Ó BALDAS” seguido de um forte abraço.
O baldas é um atleta conhecido por todos os aficionados do atletismo em Portugal, por já ter sido campeão nacional de maratona na década de 90, e presentemente ainda participa nas corridas de estrada no escalão de veteranos. Porque é que eu digo que ele é o baldas mais aplicado do mundo – ora, porque é o tipo de atleta que se aplica e se empenha, quer em competições quer em treinos, para lá do razoável. Alguns atletas cumprem o plano de treinos de forma regular, outros cumprem mas o treinador tem que insistir para que se realize o trabalho, e depois existem os casos como o baldas em que o treinador tem que pedir para se treinar menos, ou para andar mais devagar, etc… Sim, porque a evolução faz-se treinando com cargas ajustadas às capacidades dos atletas e fundamentalmente, alternando treinos mais exigentes com treinos menos exigentes.
O baldas é um atleta e uma pessoa muito voluntariosa, o que por vezes se vira contra ele próprio pelo empenho exagerado. Não obstante, não haja dúvida que se há atleta que corre com alma, é ele. Durante a década de 90 representou o nosso clube em diversas provas. Nos campeonatos de clubes, quer em pista coberta quer em pista ar livre, as provas onde ele participava tinham emoção garantida. Início da prova, G na frente da corrida, entretanto durante o decorrer vai perdendo alguns lugares – os colegas na bancada, onde me incluía, “olha o G já deu o berro”. De repente dá-lhe uma coisa e começa a recupera e a ganhar lugares a poucas voltas do final – a bancada anima e grita, “vai G, vai G, vai, vai…” e ele cada vez recupera mais. Aquilo é que era emoção de tal forma, imagine-se que até muitos dos apoiantes dos adversários puxavam por ele.
È por estas e por outras, meu amigo baldas, que te quero agradecer pelos bons momentos que já nos proporcionaste e estou certo que mais virão. Quero também lançar daqui o meu incentivo, para que num momento menos bom da tua corrida fora de pista, possas realizar um regresso à cabeça da corrida tal como nos habituaste em tantas e tantas provas de 5000, ou 3000, ou 3000obstáculos ou as outras que quiseres.
Só me resta dizer para continuares a
Correr com alma,
Amar com alma,
Viver com alma.
 
  
publicado por ppmiguel às 23:33
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Quinta-feira, 18 de Setembro de 2008

Gosto do que gosto!

 

Um destes dias dei de caras com a página do hi5 de uma ex-aluna minha – de longa data, tão longa que se não a visse regularmente provavelmente já não me lembraria nem associaria a sua cara. Certamente já me cruzei com alguns desses alunos e nem sequer um “Olá!” lhe dei, espero que me desculpem, pois se o faço é porque não me lembro que já nos relacionamos. Também não percebo porque será fácil lembrarmo-nos sempre de algumas pessoas e de outras nem por isso. Mas adiante, que este post não é para falar da nossa memória mas sim dos nossos gostos.
            Como sabem os internautas mais frequentadores do hi5, a página tem uma parte para falar sobre nós. Achei bastante interessante que essa rapariga tenha colocado um texto sobre aquilo que gosta. Bem, e se o texto era longo. Fiz um comentário e disse-lhe que gostei de saber que ela gostava de tantas coisas. Dei por mim a pensar sobre o assunto. Por um lado pensei, que surpresa estranha – parece que criamos uma ideia de algumas pessoas e depois somos surpreendidos porque as pessoas são…, diferentes do que imaginávamos. Eu não fazia ideia de que ela gostava daquelas coisas todas. Na verdade não sei bem se tinha alguma ideia do que ela gostava, mas por outro lado pensei, “e eu? Do que é que eu gosto?”. Provavelmente já me fizeram essa pergunta, mas não me lembro, e acho que nem eu fiz a pergunta a mim mesmo para poder dar uma resposta reflectida.
Parece-me que ao pensar sobre o assunto talvez possamos ir ao encontro de nós mesmos, ser o que queremos e fazer melhores escolhas. Nestes 2 dias pensei no que gosto e criei uma lista. Como já conto 35 primaveras, deu nisto…  
Então cá vai
  1. Gosto de correr, especialmente no Inverno;
  2. Gosto de estar na pista de atletismo com alunos ou atletas (aulas ou treinos, pode ser das 8 da manhã às 9 da noite, também pode ser na mata, na estrada ou na praia, desde que haja gente a correr, saltos, barreiras…);
  3. Gosto de estudar o que gosto (neste caso a corrida);
  4. Gosto de outras actividades esporadicamente (surf, natação, btt, futebol, vólei praia);
  5. Gosto de ir praia e ver o mar (Verão ou Inverno);
  6. Gosto de ambientes informais;
  7. Gosto de bacalhau à Brás e de um bom bife com batata frita acompanhados da coca-cola;
  8. Gosto de pastéis de nata;
  9. Gosto do bom café português e de mascar pastilha elástica depois desse café;
  10. Gosto de mulheres com corpos atléticos;
  11. Gosto de andar de carro e ouvir música alta (ok., eu sei que me chamam “cromo”, mas eu tento não incomodar ninguém);
  12. Gosto de anúncios da Nike;
  13. Gosto de sapatilhas (especialmente de running – Nike, Asics e Mizuno);
  14. Gosto de receber correio (e-mail, sms e cartas – menos as que são para pagar contas);
  15. Gosto de cães e gatos;
  16. Gosto de viajar pelo mundo;
  17. Gosto da minha casa (gosto de viver perto da serra e das salinas);
  18. Gosto de ir jantar a casa dos meus pais;
  19. Gosto especialmente de cuidar dos meus (família e amigos);
  20. Gosto de um bom filme;
  21. Gosto de uma boa esplanada de verão, os caracóis e a imperial;
  22. Gosto de uma boa gargalhada;
  23. Gosto de um sorriso simpático e genuíno;
  24. Gosto de reunir os amigos e contar histórias antigas;
  25. Gosto do Natal;
  26. Gosto de oferecer presentes;
  27. Gosto de estar apaixonado;
  28. Gosto de Rosas vermelhas e de geriberas cor-de-rosa;
  29. Gosto de lágrimas de emoção;
  30. Gosto de trabalho planeado e de lazer espontâneo;
  31. Gosto de honrar compromissos;
  32. Gosto da sensação do dever cumprido;
  33. Gosto de um bom desafio;
  34. Gosto de saber que há muito mais coisas de que gosto (e não estão aqui)
  35. Gosto de saber que amanhã poderei gostar de outras coisas.
Acho que todos os gostos se encaixam no gosto de,
·        Correr com alma,
·        Viver com alma,
·        Amar com alma.

 

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publicado por ppmiguel às 17:58
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Terça-feira, 9 de Setembro de 2008

Um novo olhar

 

Num pequeno livro em que Hermínio Araújo fala sobre S. Francisco retirei uns apontamentos interessantes sobre aquilo que apresentam como o que pode ser o nosso olhar sobre determinado assunto, ou sobre a vida se quiserem.
Encoraja-nos a ter um novo olhar, uma mudança que se traduz sobretudo como atenção e crédito à realidade, a centrarmo-nos no essencial, a abrir os olhos e a admirar e contemplar!
O olhar, ou a atitude que temos perante a vida é de particular importância para cada um de nós. Cada pessoa é aquilo que olha, vê o que lhe interessa. Diz-me como te colocas perante a realidade, e dir-te-ei quem és!
Há olhares que matam e há olhares que dão vida. Há olhares destruidores, mas também há olhares criadores. Há olhares que envenenam, e outros que purificam. Há olhares indiferentes, que nunca vêem nada, ou inquisitoriais, que só vêem adversários e defeitos, receosos, que só vêem perigos e possessivos, que só vêem objectos. Mas também há olhares comunicativos, acolhedores e amorosos que criam empatia e, dão animo e paz. 
Provavelmente cada um de nós já teve cada um destes olhares. Para diferentes situações será necessário escolher diferentes formas de olhar. Cada um deve escolher o seu. Tenho para mim que cada escolha é uma semente. Na minha corrida estou a empenhar-me em espalhar apenas as melhores sementes e os melhores olhares. Nem sempre consigo, mas continuo a tentar…
publicado por ppmiguel às 23:57
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Dois funerais num fim-de-semana, que estranha corrida

 

Estou quase a terminar o livro “A roda da vida – memórias da vida e da morte” de Elisabeth Kubler-Ross, que fala sobre a sua história de vida, bastante inspiradora diga-se de passagem, e fala especialmente sobre o fim da vida ou a morte se quiserem. A autora foi uma conhecida médica e psiquiatra que se dedicou à tanatologia, ou estudo da morte. Ensina-nos a lidar mais facilmente com esta fase difícil e complicada do final da vida, a qual todos nós, quer queiramos quer não, temos de aceitar. Chega a todos e quando é um familiar ou uma pessoa mais próxima, claro que nos dói bastante. Esta dor é tanto mais forte, quando menos se espera o referido desfecho ou quanto mais jovem é o nosso familiar, pois se a pessoa é de avançada idade consideramos isso como normal ou natural e encaramos com menos dificuldade.  
 Este fim-de-semana estive em dois funerais de outros tantos familiares. Depois de ler aquele livro parece que consigo encarar estas cerimónias com outra atitude. Em tempos, abominava com estas cerimónias. Lembro-me de perguntar ao meu pai se tinha mesmo que ir a determinado funeral, é que não gostava mesmo e lembro-me bem da resposta, “ninguém gosta, mas é a nossa forma de solidariedade para com as pessoas da família mais chegada”. Longe de mim a ideia de agora passar a gostar deste tipo de cerimónias, contudo devo dizer que depois de ler aquele livro já consigo encarar com maior aceitação, pois como diz a autora, a “morte faz parte da vida”.   
Há muito mais para dizer e para contar e comentar sobre o assunto e sobre o livro, contudo por agora digo apenas que foi,
…Uma estranha corrida.
publicado por ppmiguel às 23:28
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Quinta-feira, 4 de Setembro de 2008

Sapatilhas ou ténis, como queiram, o 33º par…

Ando há algum tempo a pensar se deveria escrever sobre o assunto. Nem sei por onde começar amigos. Há quem lhe chame vício, há quem lhe chame doença (acreditem, já li sobre o assunto – sapatilhite), há quem diga que às vezes temos que nos mimar um pouco. Enfim, chamem o que quiserem mas não é muito normal. Ando à procura do 33º par de sapatilhas (para usar nos treinos que se avizinham – sim, porque Setembro e Outubro são meses de muitos quilómetros). É certo que dou uso a todas, mas parece-me um pouco exagerado.
De todo o modo existe alguma justificação. Cada modelo tem a sua utilidade e especificidade. Para competição são 2 pares (umas ainda por estrear), para treinos rápidos em estrada (chamadas mistas ou seja com utilização em treino e competição – 2 pares), para treinos regulares em estrada – 1 par, para treino na mata – 1 par, de bicos para pista e cross – 2 pares, e de trail – 1 par. Depois existem as impermeáveis (ou semi) para treinos ou aulas – 3 pares, e os modelos de treino já gastos que são usados para aulas, para o dia-a-dia ou para os trabalhos domésticos de bricolage e jardim (9 pares). Outros modelos, são os chamados casual, para o dia-a-dia e de inspiração em running ou não – 8 pares. Para finalizar os modelos de outras modalidades, umas de ténis, umas para Futsal e outras ainda para Futebol de 11 (de quando fazia as minhas jogatanas nestas modalidades).  
Estou a escrever estas linhas e dou por mim a pensar que se quisermos encontramos justificação e argumentos para tudo. As sapatilhas realmente têm a sua especificidade e adequação a cada tipo de utilização e utilizador. Estes cuidados, eu tenho, pois é uma das principais formas de prevenir lesões. Outro aspecto que se relaciona com esta prevenção é a durabilidade do material e no caso especifico das sapatilhas de corrida há que ter bastante atenção à sua capacidade de absorver os impactos provocados em cada passada. Neste aspecto, as sapatilhas que uso, não fazem mais de 800km. Ora assim sendo, o investimento em cada ano é relativamente considerável tendo em atenção o nº de quilómetros efectuados. Contudo, eu prefiro investir em sapatilhas e de qualidade, do que investir no tratamento das lesões. É certo que elas podem na mesma aparecer, mas desta forma sempre se reduz a sua probabilidade.
Não obstante as justificações, é deveras material a mais. Enquanto escrevia os parágrafos acima lembrei-me que alguns amigos meus costumam oferecer algumas das suas sapatilhas já um pouco usadas, aqueles jovens mais carenciados e que se iniciam na prática da corrida faz pouco tempo. Algumas destas sapatilhas, usadas, mas encontram-se em perfeitas condições e são bastante adequadas para o tipo de prática desses referidos jovens. Eu também já cheguei a oferecer algumas, mas confesso que não é um hábito comum. Até já cheguei a vender por preço simbólico – é que a vida custa a todos. Contudo, termino este post e já sei o que fazer com o material extra que se encontra em bom estado. Não, não vou vender. Vou oferecer. Ainda não sei a quem, mas terá que ser a algum jovem que,
Corra com alma,
Viva com alma
Ame com alma.           
 
publicado por ppmiguel às 18:44
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Quarta-feira, 3 de Setembro de 2008

Esta aí a nova época!

Setembro à porta e o re-início dos treinos. Nova época na escola e no clube. Por aqui é o habitual, a rapaziada chega bronseada, alguns com vontade renovada para as primeiras corridas e outros entretanto ficaram pelo caminho, ou melhor por outro caminho.

Os mais jovens em apenas dois meses parece que cresceram por anos. Primeiro treino para eles esta segunda feira e a animação foi mais que muita. Fiquei bastante feliz por ver a treinadora a tomar conta daquela malta, todos entusiasmados com os habituais jogos de corrida e de destrezas diversas que habitualmente fazemos com os mais novos. 

Com os mais velhos, agora é o costume, as primeiras corridas em ritmo suave e moderado para uma adaptação o mais progressiva possivel à rotina de treino.

Primeiras semanas apenas corridas lentas e reforço muscular do tronco, para entretanto se passar a um trabalho mais elaborado e dirigido a cada um, consoante os seus anos de treino e respectiva especialidade.

Para mim este ano o grupo vai crescer, velocistas (jovens e com muitos anos de treino), barreiristas, saltadores e meio-fundistas onde também me incluo.

Especialmente com os corredores de distancias medias e longas, as corridas por agora são geralmente na mata. Como são os primeiros treinos a recomendação é para seguir em ritmos suaves e modarados. Á medida que passam os dias e o numero de elementos para essas saídas vai aumentando, logo começam os "picanços", os campeões de treinos e as histórias no balneário sobre o que foi feito e o que deveria ter sido feito.

São as histórias habituais dos corredores com os seus prós e contras para um treino que se quer devidamente programado e organizado. Parece-me que como em tudo, se querem na medida certa - o atleta que quer seguir com máximo rigor todas as indicações do treinador     sem algum espirito crítico acabará por desenvolver muito pouca autonomia e em sentido oposto,  aquele que nunca cumpre com as recomendações e se ajusta demasiado às circunstâncias, ou ao ritmo de outros sem seguir o plano que foi para si designado, também não evoluirá como o seu potencial o poderia permitir.

Quanto aos meus treinos, de momento estão em paragem forçada devido a uma pequena cirurgia, nada de especial, mas é mais uma semana. O tempo vai passando e começo-me a atrasar para os meus rivais, quais companheiros da minha estrada como diz o José Man. Contudo, logo, logo estarei na estrada, e na mata, e na pista. Já sabem, para...

Correr com alma,

Viver com alma,

Amar com alma. 

publicado por ppmiguel às 00:10
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