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Quinta-feira, 26 de Março de 2009

Correr, para quê?

 

Olá amigos,
Estou de volta a este espaço. Como já referi em posts anteriores, nem sempre consigo dedicar-lhe o tempo que gostaria, mas pouco a pouco vou acrescentando algo mais.
Entretanto, fui fazendo outras coisas e parece que alguns dos meus amigos blogueiros foram deixando por aí uns quantos desafios que eu não tive oportunidade de responder. O mundo não para e a blogosfera também não, pelo que apesar de não corresponder aos referidos desafios, outros o fizeram e de dia para dia o número de posts e de visitantes lá vai aumentando, neste e em blogs vizinhos.  
Ora, talvez isto nos leve a uma coisa muito comum nos nossos dias, o facto de andarmos sempre a correr de um lado para o outro, ou melhor…, em constante correria para todo lado e o facto é que na maioria das vezes não vamos a lado algum. Pois bem, parece-me que devemos efectivamente escolher que “corridas queremos” e saber porque corremos.
Esta é uma questão que nos últimos tempos alguns amigos e amigas minhas me têm colocado. Se no parágrafo anterior me poderia estar referir ao sentido abstracto que a expressão pode ter, quero passar agora a abordar a questão concreta – Correr, para quê? Sim, porque lembro-me eu, que desde os meus 14 anos, colegas e amigos me perguntam o mesmo, “mas correr para quê e atrás de quê?” Se em tempos eu não sabia muito bem o que lhes responder, creio que de momento posso avançar com mais algumas ideias. Longe de querer convencer todos os meus amigos a correr, ou sobre os benefícios da corrida, posso sempre adiantar qualquer coisa mais, por isso dedico este post a todos aqueles que não gostam de correr, não percebem de correr e têm muitas dificuldades em perceber os corredores. Bem sei que dificilmente pessoas com essas características se interessem por um post ou um blog que fale sobre corridas, mas não custa tentar, e se convencer pelo menos mais um companheiro ou companheira de corridas, melhor para todos.
Voltando à questão que me é colocada desde os meus 14 anos – correr para quê? Ao escrever estas linhas, lembro-me perfeitamente de quantas vezes os meus colegas de turma, a maioria ligados à modalidade de futebol dizerem, “nós corremos atrás da bola, e vocês, correm atrás de quê? Do vento?”. Havia outras expressões bastante interessantes e curiosas às quais eu geralmente não respondia…, ria-me. Também me lembro de quando tinha aulas de química ao fim da tarde, numa sala virada para a mata, ver os companheiros de treino nessa mesma mata a iniciarem a sua corrida e eu a contar os minutos para que terminasse essa mesma aula e pudesse finalmente usufruir da melhor parte do meu dia, aquela em que estava a treinar, a correr. Talvez aqui eu devesse responder que a corrida me dava uma sensação de liberdade. Nas corridas na mata, à medida que o ritmo aumenta, a fadiga instala-se e o espírito liberta-se. Quando vamos sós podemos aproveitar para por os pensamentos em dia, um momento único para uma verdadeira introspecção. Se vamos em grupo, partilham-se histórias e conhece-se melhor cada companheiro de corrida.
Estas duas possibilidades, de treinar sozinho ou acompanhado, e a consequente flexibilidade de escolha de um horário de treinos compatível com cada corredor tem trazido para a corrida praticantes que durante muito tempo estavam mais ligados com outras modalidades, especialmente dos desportos colectivos que como facilmente se percebe exigem uma maior compatibilidade de horários entre todos os elementos de uma equipa. 
Individualmente ou em grupo, se perguntarmos a todos os que correm, porque o fazem, provavelmente cada um apresentará imensas razões. Umas vezes ligamos e estamos mais centrados numas delas, noutras vezes ligamo-nos mais a outras. Corremos para nos superarmos, pela auto-realização e porque definimos um objectivo, para o prémio de um milhão de Euros ou o diploma de 20 cêntimos, pelo convívio com os amigos e/ou familiares, para fazer parte de um grupo, pelo prestigio ou o reconhecimento social, para adquirir ou manter um estilo de vida saudável, para uma boa aparência física e mental, para nos libertarmos do stress do dia-a-dia, ou simplesmente porque…, corremos!
Por outro lado, se perguntarmos aos que não correm porque não o fazem, também terão imensas razões, mas se és um deles, certamente gostarás de outras coisas. Pergunto eu, gostas de:
-         Actividades radicais?
-         Actividades de Ar livre e exploração da natureza?
-         Moda?
-         Viagens e Turismo?
-         Gastronomia?
-         Saídas à Noite?
-         Música?
-         Animais?
Então, aqui vão algumas sugestões para que possas eventualmente considerar a corrida como uma actividade interessante:
-         Radicais e contacto coma natureza – podes sempre optar por corridas de barreiras ou obstáculos em pista, no Inverno tens o cross e, durante todo ano já existem muitas corridas de montanha;
-         Quer em sapatos de running quer no vestuário a moda também já dita as suas tendências – é escolher e dar-lhe uso na tua corrida;
-         Quer em Portugal quer no estrangeiro, todos os fins-de-semana tens imensas corridas à escolha, é só fazer o roteiro, seguir viagem e aproveitar a melhor gastronomia de cada sítio a visitar;
-         Se o teu problema são as saídas à noite, não te preocupes, também já existem muitas corridas ao sábado à tarde para depois seguires noite dentro;
-         Se és fanático pela música, põe o teu Mp3 com um som adequado ao teu ritmo de corrida;
-         Gostas muito do teu cão, então aproveita a tua corrida pela mata, ou na praia, e leva-o contigo – nada melhor para um cão que uma corrida com o seu dono.
Se entretanto me lembrar de mais sugestões aqui as deixo.
Por agora desejo a todos umas boas corridas.
publicado por ppmiguel às 02:35
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