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Quinta-feira, 28 de Agosto de 2008

Jogos Olímpicos, palco do mundo à nossa imagem.

 

Olá amigos,
Estou de volta para partilhar convosco parte desta experiência fantástica que foi a viagem à China. É sempre bom, sair para conhecer novos povos, novas culturas, outros modos de ver a vida e também por outro lado conseguir dar mais valor aquilo que temos e somos – a nossa casa, a nossa família e o nosso país.  
Das poucas vezes que tivemos possibilidades de ir ao Estádio, destaco a jornada em que Usain Bolt bateu o Record Mundial de 200m. Foi sem dúvida uma performance fantástica. Se ali estão os melhores do mundo, este atleta da forma que correu, parecia que era de outro mundo. Para além da sua performance, gostei especialmente da forma com se referiu ao que fazia – “faço isto com muito gosto e dá-me muito prazer”. Do mesmo modo, Nelson Évora se referiu à sua especialidade preferida o Triplo-salto, que lhe dá muito gozo, chegando mesmo a falar em poesia em forma de expressão corporal. Creio que são dois brilhantes exemplos de como podemos ir para além dos nossos limites quando juntamos para além das condições de trabalho necessárias ao seu desenvolvimento, o gosto pela actividade ou um amor à causa fora do comum.
Também pude observar as versões opostas, de atletas aos quais as coisas não lhe correram como desejariam. Nos portugueses, especialmente a minha amiga Susana Feitor e o Francis Obikwelu. Também vi uma espanhola a lutar por uma medalha na prova dos 3000m obstáculos e na última volta, tropeçou e caiu num obstáculo, tentou levantar-se e voltou a cair. Na prova dos 100m barreiras, vi uma americana a 10 metros da meta em primeiro, parecia que já olhava para o ouro e ao tocar na 9ª e penúltima barreira passou para 7ª. Lágrimas de tristeza e de desalento, neles e nos seus amigos nos quais me incluo.
Quero lançar daqui a minha pequena homenagem a todos estes atletas que estavam no palco do mundo, por nos mostrarem que para além de serem artistas da expressão corporal (neste caso do correr mais rápido ou saltar mais longe), são pessoas comuns como nós. Umas vezes as coisas correm-lhe bem, outras menos bem, e outras de forma normal. Comemoram e emocionam-se nas vitórias, choram e ficam tristes nas derrotas.
Quero também lançar o meu desafio aqueles a quem as coisas não correram como desejavam para não desistirem. Tenho para mim que as derrotas fazem parte do processo de formação. Com elas, geralmente aprendemos mais do que com as vitórias, pois levam-nos a reflectir mais e procurar os aspectos que temos a corrigir. Refazendo o caminho com essa mais valia que é o ensinamento da experiência podemos seguramente ir mais além. Desta forma, espero que esses que ficaram aquém das expectativas não desistam do seu sonho, pois se hoje choraram foi porque acreditavam em algo que não lograram – continuem a acreditar, corrijam o que há para corrigir, estou certo que amanhã celebrarão.
Por isso já sabem,
Corram com alma
Vivam com alma
Amem com alma  
publicado por ppmiguel às 01:17
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4 comentários:
De Nelson a 28 de Agosto de 2008 às 22:36
Como é Coach , grandes vidas, já vi que a viagem a Pequim foi excelente!!! Imagino as sensações que se devem sentir dentro daquele "Ninho de Pássaro", cheio de gente e de atletas a dar o seu melhor e pior! Sensações do outro mundo! Fica bem. Abraço
De ppmiguel a 31 de Agosto de 2008 às 00:31
Naquele, tal como noutros deu para sentir alguns momentos arrepiantes - o record do mundo do Bolt e a sua festa, alguns podios de atletas que se emocionavam, só posso comparar por exemplo com os U2 em estadio tb cheio a cantar "With or without you". Também houve momentos de festa intermédios e regulares, e ainda os maus momentos em que as sensações são mesmo muito intensas - quando a espanhola caiu nos obstáculos nós estavamos ao lado de cerca de 30 apoiantes dela, que gritavam e incentivavam ao longo da prova e de repente... aaahhhhh, foi um momento brutal para todos, um deles começou logo a chorar compulsivamente. Cerca de 10min depois quando ela veio agradecer o apoio, foi dramatico, com lagrimas em alguns deles, e eu confesso que também fui contagiado. O nosso encontro com a Susana depois da prova, na bancada perto da zona mista também não fugiu muito a isto. Enfim...!!
De Júlia a 29 de Agosto de 2008 às 01:29
Olá PPMiguel.
Concordo quando dizes que aprendemos muito mais com os erros do que com as vitórias. Acho que ao falhar, assimilamos a sentimento da frustração com um tal impacto que, o esforço para evitar voltar a ter essa sensação vai ser bem maior.
É de louvar o cair e voltar a levantar.

Fica bem.
De alemvirtual a 1 de Setembro de 2008 às 23:33
Tinha acabado de escrever duas ou três linhas no meu blog, agradecendo o apoio manifestado por uma pessoa desconhecida quando reparei num nome... por isso, uma vez mais, muito obrigada.

Neste momento, quando se completa um ano sobre o funeral da minha filha (1 de Setembro de 2007) tenho por companhia o meu cão, duas luzes ligadas e um monitor à frente. As amigas (são poucas mas verdadeiras amigas) ficam apenas à "distância" de um telefonema, assim como a famíília, sempre presentes, mas contudo ausentes. Perto do coração, mas geograficamente longe. Sobram muitas horas para sentir a casa ainda maior e o tempo ainda mais lento.
Por isso, e não é por ser socialmente correcto, renovo os meus agradecimentos.

Paula

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