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Terça-feira, 9 de Setembro de 2008

Dois funerais num fim-de-semana, que estranha corrida

 

Estou quase a terminar o livro “A roda da vida – memórias da vida e da morte” de Elisabeth Kubler-Ross, que fala sobre a sua história de vida, bastante inspiradora diga-se de passagem, e fala especialmente sobre o fim da vida ou a morte se quiserem. A autora foi uma conhecida médica e psiquiatra que se dedicou à tanatologia, ou estudo da morte. Ensina-nos a lidar mais facilmente com esta fase difícil e complicada do final da vida, a qual todos nós, quer queiramos quer não, temos de aceitar. Chega a todos e quando é um familiar ou uma pessoa mais próxima, claro que nos dói bastante. Esta dor é tanto mais forte, quando menos se espera o referido desfecho ou quanto mais jovem é o nosso familiar, pois se a pessoa é de avançada idade consideramos isso como normal ou natural e encaramos com menos dificuldade.  
 Este fim-de-semana estive em dois funerais de outros tantos familiares. Depois de ler aquele livro parece que consigo encarar estas cerimónias com outra atitude. Em tempos, abominava com estas cerimónias. Lembro-me de perguntar ao meu pai se tinha mesmo que ir a determinado funeral, é que não gostava mesmo e lembro-me bem da resposta, “ninguém gosta, mas é a nossa forma de solidariedade para com as pessoas da família mais chegada”. Longe de mim a ideia de agora passar a gostar deste tipo de cerimónias, contudo devo dizer que depois de ler aquele livro já consigo encarar com maior aceitação, pois como diz a autora, a “morte faz parte da vida”.   
Há muito mais para dizer e para contar e comentar sobre o assunto e sobre o livro, contudo por agora digo apenas que foi,
…Uma estranha corrida.
publicado por ppmiguel às 23:28
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2 comentários:
De Júlia a 13 de Setembro de 2008 às 22:46
O tema é difícil. Ninguém gosta de pensar muito no assunto, mas de facto a morte faz parte da vida. Até hoje felizmente, nunca perdi alguém que me fosse muito próximo, mas já me deparei com perdas de pessoas demasiado jovens para morrer (é este o sentimento que nos fica sempre); custa muito aceitar determinadas realidades...

Vou apontar o título do livro. Como a vida espiritual me interessa muito, penso que gostarei de o ler.
Fica bem e boas corridas!
De ppmiguel a 17 de Setembro de 2008 às 00:54
Olá amiga,
Tenho ouvido muito que nós somos ou temos aquilo que "atraímos". Bem se isso para mim já começa a fazer sentido e percebo-o, devo dizer que para outras pessoas ou familias me parece muito estranho. Contudo, cada um fará a sua própria análise e leitura de cada situação.
Se reparares, quase sempre quando alguém morre, todos param para pensar um pouco. Talvez isso seja necessário!!??
Por outro lado, também quando alguém morre, deixa um exemplo para os que "cá ficam", será mais para pensarmos??!!
Ontem fui buscar a minha irmã a um hospital (não costumo ir a hospitais) e reparei que quer aí quer aquando dos funerais, as pessoas são por norma mais simpáticas, mais calmas, mais atenciosas.
Teremos que nos modificar quando as coisas menos boas nos batem à porta? Para melhor, creio que sempre.
Beijinhos e não vás por mim, tira as tuas próprias conclusões...

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