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Quarta-feira, 1 de Outubro de 2008

Escolhas difíceis

 

Terminei ontem de ler o livro a Roda da Vida de Elisabeth Kubler-Ross. Já aqui tinha comentado sobre o mesmo. Apesar de achar muito interessante, existiu uma parte do livro que não gostei particularmente e me surpreendeu, mas registei e estou a tentar ter um espírito aberto para compreender.
A história no global é fascinante e retirei um excerto da parte final do livro que me parece fantástica. A autora sugere que, “… conheçam o vosso próprio eu e encarem a vida como um desafio em que as escolhas mais difíceis são as melhores, aquelas que ecoarão justiça e fornecerão a força e a intuição d´Ele, o Mais Alto dos Altos. A maior dádiva que Deus nos concedeu foi o livre-arbítrio. Não há acidentes. Todas as coisas na vida acontecem devido a uma razão positiva. Se se protegessem as montanhas das tempestades, nunca veríamos a beleza das suas cicatrizes”.
Há mais, mas para isso terão mesmo que ler o livro. Por isso desejo a todos,
Boas leituras,
Melhores escolhas, e

Corram com alma. 

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publicado por ppmiguel às 11:23
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6 comentários:
De Marta a 1 de Outubro de 2008 às 11:35
Aguçaste-me a curiosidade.
Vou ler de certeza
De ppmiguel a 1 de Outubro de 2008 às 12:32
É um livro que para além da história, dá para rir, e para chorar - especialmente aos que mais se emocionam.
Foi-me recomendado por uma amiga que é psicóloga. Quando vi o índice e numa leitura breve ainda na livraria, estive quase para o deixar lá, não dava quase nada por ele, mas...
De alemvirtual a 1 de Outubro de 2008 às 20:40
Costumo dizer muitas vezes que não há coincidências, ou se preferires não há acidentes, não há acasos. No entanto, sinto que o nosso livre arbítrio é um pouco limitado. Levado ao extremo, não existe, pois tudo foi pre-determinado.
Se nos embrenhamos numa leitura que promova o "determinismo" (em termos de corrente científica, vamos fazer de conta que o transcendente é algo totalmente desligado do sensitivo) achamos que nada acontece por acaso, que já foi tudo pré-determinado, numa cadeia lógica, previsível e ininterrupta de acontecimentos.
Porém, lá vem o "relativismo" e concluímos que determinismo não existe já que a mais pequena e infíma variação, alteraria completamente todo o sistema.
Onde ficamos nós, humanos relativamente à nossa história de vida? Escolhemos mesmo as cores com que a escrevemos, ou limitamo-nos a assumir um "destino"? O destino foi escolhido ou é-nos imposto? (ainda que as razões sejam de Amor, mas dificilmente compreensíveis na nossa humanidade).
Sem dúvida que as "escolhas" (será que forma escolhas?) mais difíceis são as que mais nos fazem crescer interiormente e, creio, terem mais "valor" perante o Alto. Não porque a vida seja do tipo supermercado: pediste um milagre, faz lá este sacrifício; ou sofreste por isto e por aquilo, toma lá na eternidade esta recompensa.
Creio que esse "abonar a nosso respeito" se prende com a forma como se aceita o que de bom e de mau vai acontecendo na vida e de como se retira um ensinamento positivo. Até da maior dor.

Que nos possamos preparar para a morte, não acredito. Nunca estamos preparados. Penso eu, que nunca me lembro de ter morrido. Essa fronteira só a conheceremos quando a atravessarmos. E que Jesus espere lá por nós, pacientemente, para que não a atravessemos sozinhos. É essa a minha esperança e a minha crença.

Beijinho, Miguel
De ppmiguel a 2 de Outubro de 2008 às 16:37
Começando pelo fim - a autora neste livro ao referir-se ao acolher da morte, vê-a como algo de positivo. Fala duma passagem para o "outro lado", onde não temos que passar por muito do sofrimento que nesta vida terrena passamos. Dá a entender que essa passagem se faz quando a nossa missão por aqui estiver terminada. Claro que isto é valido para quem acredita, ou tem fé que será assim mesmo.
Quanto a todos estes assuntos, à nossa missão por cá, aos acasos, às coincidências, às escolhas, ao que está determinado ou não, vou actualizando o meu modo de ver e observar as diferentes situações e chego à conclusão que quanto mais sei, mais dúvidas tenho. Talvez por essa razão não tenho medo das encruzilhadas, nem dos maus momentos, têm sempre uma grande lição por tráz, e eu gosto de estar sempre a aprender.
Beijinho e gostei de saber das últimas corridas - quando tiver mais tempo passo lá no blog para um coment..
De Júlia a 2 de Outubro de 2008 às 13:38
Concordo com a ideia de que temos um destino mais ou menos pré-estabelecido. A vida, tem-me levado a acreditar cada vez mais nesta teoria.
Fica bem Miguel.
De ppmiguel a 2 de Outubro de 2008 às 16:55
Não sei se esta mais ou menos pré-determinado, mas acredito que nós temos grande capacidade para o conduzir onde verdadeiramente queremos. Eu acredito e tenho fé que consigo o que me proponho realizar. Empenho-me bastante e posso dizer que me dedico de corpo e alma ao que gosto e a quem gosto. Se isso estava pré-estabelecido ou não, eu não sei...
Beijinho grande

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