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Segunda-feira, 19 de Janeiro de 2009

A dor é nossa amiga…, estranho, não?

 

Pode parecer estranho este título, mas nos últimos tempos tenho-me deparado com imensas situações que o comprovam. Não que eu seja masoquista, ou algo do género (lol) mas na verdade isto pode ter a sua lógica.
Neste fim-de-semana comentei num blog de uma amiga, acerca do assunto, não directamente, mas de forma indirecta, pois o tema ali eram as recordações de outros momentos da vida que marcaram pela positiva e pela negativa, e que neste caso sempre vêm acompanhadas de alguma dor. Claro que as nossas fases menos boas deixam marcas emocionais pouco agradáveis, mas parece-me que funcionam, se nós quisermos, tipo catapulta para nos levarem a um nível muito superior. Nesse comentário, estabeleço uma relação que me parece existir entre, as cargas de treino para a melhoria da performance dum atleta e as agressões emocionais que sofremos, que quando devidamente “encaixadas” também servem para que passemos para um nível de performance superior.
Também neste fim-de-semana comentava com um amigo e atleta que treina comigo, acerca da necessidade de saber conviver com a dor ou com o desconforto, neste caso fisiológico e que se sente por exemplo numa corrida de 400m, qual bebedeira de ácido láctico e o respectivo vómito que muitas vezes ocorre, eheh!! Se passarmos aos 800, 1500 e por aí adiante até às ultra-maratonas, todo o tipo de esforços encerra em si determinado tipo de dor que são diferentes consoante a duração da prova e a respectiva intensidade que se pode colocar, e claro, também consoante as características dos atletas. A capacidade que cada um tem para suportar este desconforto é variável, tal como as nossas capacidades fisiológicas, uns com mais apetência para esforços reduzidos, outros para intermédios e outros para longos, ou não existissem especialistas para cada tipo de prova.
Parece-me que a capacidade para suportar este tipo de dor, física, a que os anglo-saxónicos chamam, stamina, depende muito de aspectos fisiológicos, mas especialmente de aspectos psicológicos, que tal como os primeiros também são bastante treináveis. Se atendermos com atenção ao que é o treino, ou as cargas de treino, vemos que são agressões ao organismo, devidamente organizadas, para que este se adapte e passe para um nível de rendimento superior. Ora, quando treinamos já sabemos que aquilo às vezes dói um pouco, pelo que a dor é nossa amiga, já que é ela que nos permite melhorar. Mas atenção, convém ter a noção de que nível de dor ou de desconforto nos estamos a referir, pelo que será bom que cada um defina os seus limites, por forma a não colocar em risco a sua saúde. Ok, ok, já sei que eu e o baldas, somos exemplos extremos (loool) e depois claro, dá naquelas lesões que parece não terem fim. Não obstante, isso demonstra o espírito de preserverança, e de luta até ao fim, por forma a rentabilizarmos ao máximo o nosso potencial. Sem medo e sempre,
Correndo com alma,
Amando com alma,
Vivendo com alma.  
publicado por ppmiguel às 20:35
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