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Segunda-feira, 15 de Dezembro de 2008

Respostas sem resposta

 

Andava eu aqui a arrumar umas pastas (no PC, entenda-se) e o que é que eu vejo – dois ficheiros perdidos que tinham cada um o seu comentário a uns blogs que visitei há uns meses. Ora, leio e fiquei surpreendido com a prosa – se fosse hoje certamente não escreveria daquela forma, mas continuo a identificar-me com aquelas palavras.
Creio que guardei os ficheiros por não os ter conseguido colocar (por serem de plataformas diferentes da do sapo) ou por não ter recebido resposta.
Qualquer dos comentários não têm que ver com a corrida, mas com a forma como vemos (eu e as pessoas que criaram os posts) a vida numa perspectiva mais filosófica, ou de opinião sobre determinado assunto. Um era sobre o Respeito entre pessoas (autora – I. Guerreiro - http://isabel-opinies.blogspot.com/) e o outro tinha por título Mentalidades, mas referia-se especialmente ás traições entre pessoas (autora - ??? ). Não fixei nem apontei o endereço e link deste último (se alguém descobrir envie-me por favor e passarei lá de novo).
Resposta 1 – Respeito
Olá,
Não sei bem porquê "caí" aqui no teu blog. Achei curioso este teu post sobre o respeito. Não poderia estar mais de acordo com tudo o que dizes sobre o assunto e até quando ao exemplo que referes. Contudo, já quanto ao que te referes sobre o defeito de fabrico do ser humano e o facto de não valorizarmos as coisas que a vida nos dá, não estou de acordo. Acredito que muitas pessoas pensem assim, mas também acredito que muitas outras saibam reconhecer o que têm. Parece-me que as primeiras são geralmente as que dão realmente valor ao que têm, quando o perdem. Lamento que seja assim, o que para mim demonstra uma certa falta de respeito pelas bênçãos que a natureza nos proporciona. Acredito que devemos ser gratos pelo que temos e quanto ao que não temos, se quisermos muito, se acreditarmos (se tivermos fé), se nos empenharmos, a seu tempo o conseguiremos.
Beijinho e continua a escrever eu passarei para comentar e convido-te também para visitares o meu blog http://correcomalma.blogs.sapo.pt/ e deixares o teu comentário.
Paulo
 
Resposta 2 – Mentalidades (ou as traições entre pessoas, digo eu)
Olá,
Bem, ando há algum tempo para vir ao teu blog deixar um comentário, mas o tempo tem sido apertado, tanto que tenho um ou dois posts para deixar no meu vai para uma semana e ainda estão a meio. Adiante, (e sem desculpas de tempo) hoje entrei aqui porque o post Mentalidades me chamou a atenção. Entretanto vou vendo os seguintes e todos me chamam a atenção – a seu tempo comentarei…
Vá-se lá perceber porquê (…), acho que devo começar por este.
Vamos por partes, começamos pelas causas ou pelo efeito. Geralmente nós vemos o efeito – quem é traído, já sabemos que aquilo dói e cada um sente à sua maneira. Uns perdoam e voltam a levar com o mesmo, outros não perdoam e voltam novamente a levar com o mesmo, mas com outra pessoa, e outros tentam perceber as causas.
Creio que depois de percebermos as causas temos novamente as mesmas duas opções, perdoar ou não perdoar, mas pelo menos estamos mais habilitados a lidar com a situação.
Parece-me que, quer quem trai, quer quem é traído tem um problema. Contudo, eu acredito que aquele que trai tem um problema maior. Se amas verdadeiramente alguém, não vais trair essa pessoa. Se tens interesse ou desejo por outra pessoa, das duas uma: Ou já não amas quem amavas, logo passaste a interessar-te por outra pessoa ou por outras coisas que te levam a trair a confiança; Ou então não tens amor-próprio suficiente e não te respeitas, necessitando de outras coisas, ou de novidades, ou de aventuras, ou o que tu queiras, para tapar o buraco ou vazio que ninguém vai tapar. Quem trai, não está bem e enquanto não estiver bem consigo mesmo, a seguir trairá novamente, e novamente até perceber que a resposta para o seu problema não vem de fora mas de dentro.
Parece-me que algumas pessoas não percebem isto e por isso passam a vida a trair (nunca conseguem suficiente satisfação) ou a ser traídas (acreditam que as coisas se resolvem sem ter que mudar nada). Por outro lado, os que não desculpam, estão a esquecer-se que eventualmente estarão a dar um grande passo para amanhã não serem desculpados. Desculpar não significa deixar tudo na mesma, pois isso é pedir mais do mesmo. Desculpar, para mim, é tentar perceber as falhas da outra pessoa e tentar ajudá-la a que não volte a cometer o mesmo erro. Porque eu embora não cometa esse erro, tenho falhas e limitações e cometo outros. Por isso, também espero que a outra pessoa me desculpe e ajude a melhorar.
Contudo, há que tentar perceber se não desculpamos porque temos medo que a outra pessoa nos faça novamente o mesmo e possamos vir novamente a sofrer com a situação (como disseste, a memória está lá). Creio que isso só se resolverá com muita confiança, em nós e no Amor que temos para dar e receber.
Há muito mais para dizer, mas por agora fico-me…
Beijinhos
 
Ainda volto antes do Natal, por agora sigo…
Vivendo com alma,
Amando com alma,
Correndo com alma.
 
publicado por ppmiguel às 17:01
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